Resenha: Loção Hidratante Dove Nutrição Intensiva


Já contei por aqui que a minha pele é carente. É só ficar um tempinho sem hidratar e pronto, já ressecou. Por isso estou sempre testando produtos que prometem deixá-la mais saudável. Nessas acabei me deparando com a loção hidratante Dove Nutrição Intensiva e resolvi dar uma chance.
A promessa: "Todo mundo pode ter a pele bonita – alguns de nós só precisam de uma ajudinha extra. Aí é que entra Dove Nutrição Intensiva. Sua efetiva fórmula Cream Oil não é oleosa, e combina um creme enriquecido e óleos nutritivos para a pele para entregar o cuidado que uma pele extra seca precisa para se tornar extra macia e extra suave."
Além dessa propaganda bonita, a Dove também diz que a hidratação dura 24h na pele, fora o diferencial desse Deep Care Complex, que “combina nutrientes naturais da pele com um rico óleo natural para melhorar gradualmente a sua pele desde as camadas mais profundas”.


A embalagem é de tubo e seu plástico é bem resistente, fora que a tampa é firme, ótima para carregar por aí. O bico dosador tem um tamanho ok, não tive problemas com ele. O único ponto negativo é que como o plástico é duro, acaba acumulando produto nas “paredes” e eu tenho que cortar para retirar o que sobrou (e geralmente essa sobra dá pra mais uma passada, jogar fora sem fazer isso seria um baita desperdício).


O produto em si é denso, tanto que costumo deixar a embalagem de cabeça para baixo, assim não tenho que ficar chacoalhando pro creme sair. Apesar da textura espessa, não senti oleosidade e a absorção é rápida, coisa de segundos. Depois da aplicação, a pele fica com um viço muito bonito, que realmente dura 24 horas (após uns 3 dias sem passar tudo volta ao normal, mas mesmo assim achei um resultado bacana). Ah! O cheirinho dele é gostoso e levinho, sai rápido e não briga com o perfume.
Já estou na segunda embalagem (pra mim dura mais ou menos um mês, já que passo quase todo dia) e posso dizer que pra quem tem pele que resseca fácil é um boa pedida.
Compre por R$8,99 nas Drogarias Pacheco ou na Drogaria São Paulo (eu ganho uma pequena comissão e você ajuda a manter o blog).

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Beijos,

          Duane. 

As músicas da Ella Vos

Ouça no Spotify | Youtube
Finalmente me rendi ao Spotify. Sim, eu também não sei porque demorei tanto, já que adoro música e amo descobrir novos artistas. E foi futricando por lá que encontrei a Ella Vos. 
Ella Vos é uma artista americana que, por enquanto, lançou apenas quatro singles. O gênero de suas músicas é pop, mas é um pop diferentão, sabe? 
O ritmo é gostosinho, calmo e ao mesmo tempo animado, e as letras... ah, as letras são puro amor, cheias de sentimento, do jeito que a gente gosta.


O primeiro single da Ella se chama White Noise e foi lançado em outubro de 2016. Detalhes: ele é sobre depressão pós-parto, ficou em primeiro lugar no Spotify e apareceu na Rolling Stone. Seu trabalho mais recente é You Don’t Know About Me, uma música empoderadora sobre o quanto as mulheres sofrem com comentários machistas. O clipe é extremamente simples e singelo, com frases comuns sobre o corpo de diversas minas, como “santinha” e “vagabunda”. Vale a pena conferir.


Eu gostaria muito de falar mais sobre essa cantora, mas por enquanto há pouquíssimas informações (essas que acabei de contar tive que garimpar em sites de notícias gringos). Por enquanto, o jeito é aproveitar suas músicas e esperar o primeiro álbum <3

O que achou da indicação?

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            Duane.

Como viver o presente

Créditos da imagem: Ateliê Ame
Você já se perguntou se vive no presente? Esses dias, após assistir um vídeo do Castanhari, fiquei bem reflexiva em relação a isso.
Sempre fui do tipo de pessoa que sonha acordada, geralmente com o passado/futuro ou coisas que muito provavelmente só irão acontecer na minha cabeça mesmo. O lance é que preferir esse mundo interno é uma forma de fugir da realidade, porque ela nem sempre é o que a gente esperava (aliás, a Leslie falou disso num post super legal que eu sugiro que você leia depois de terminar esse).
Viver na nostalgia é uma coisa muito comum pra diversas pessoas, de variadas idades. Quando temos essa atitude, a tendência é ficar remoendo erros e cobrando demais de nós mesmos. 
No fundo a gente sabe que o passado não volta, mas é tentador ficar repassando a mesma situação na cabeça diversas vezes, tentando encontrar a maneira certa de lidar com determinada pessoa/situação (o que não faz sentido, porque já passou, mas na hora não percebemos isso).
E depois que você passa um tempão sofrendo no passado, seu cérebro faz uma coisa muito curiosa: ele floreia as suas lembranças pra parar com a ruminação negativa de fatos antigos. É nesse momento que tudo começa a parecer mais lindo antigamente. Com certeza você já conheceu alguém que pensa assim. Tudo pra ela era melhor antes. Eu mesma já agi dessa forma e posso afirmar que não vale a pena.
Essas duas coisas (repassar na mente situações do passado e florear memórias) fazem com que nós deixemos de utilizar a função mais útil do passado: o aprendizado.
Quando você remói memórias, não há como aprender nada, porque a culpa acaba sendo muito maior do que a reflexão. Algo semelhante ocorre quando idealizamos o que já passou, já que é muito mais fácil pensar naquilo como algo bonito e perfeito do que analisar friamente determinadas situações. Isso acaba freando o nosso crescimento e afetando o futuro. O que me leva ao próximo tópico.
 “O que vou fazer amanhã?”
“Será que vou conseguir aquele emprego?”
“E se o crush não estiver a fim de mim?”
Quem nunca se pegou pensando no que poderia ser (ou não) que atire a primeira pedra. 
É comum ficar divagando em realidades alternativas que ainda nem aconteceram (o que também não faz muito sentido, porque não há como ter certeza do amanhã).
O que o passado e o futuro têm em comum? Isso mesmo, a fuga do presente. Estamos esquecendo de aproveitar o que realmente existe e importa: o agora. A única coisa que podemos fazer é pegar o aprendizado de ontem, aplicar hoje e consequentemente construir um amanhã bacana. Faz sentido, não é mesmo?
É aí que entram aquelas famosas “filosofias de botequim”: seize the day (aproveite o dia), YOLO (you only live once – você só vive uma vez), entre outras tantas que, assim como esse texto, só querem te fazer perceber que vale muito a pena ser mais grato pelo presente. Não sabe como? Toma aí uma listinha muito útil de coisas simples que vão deixar seu dia muito mais feliz:


Experimente viver o agora, pelo menos por hoje. Garanto que vai ser libertador.
O que você acha disso?
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          Duane.

Moço, eu não gosto de cantada


Aconteceu na fila do pão. Era uma fila bem pequena, pra falar a verdade. Havia apenas um homem na casa dos 40 anos na minha frente. Até aí, tudo bem. O problema começou quando o atendente meu viu e pensou que seria uma boa ideia me “analisar”, de cima a baixo, e ao invés de entregar o pedido do homem, decidiu fazer o seguinte comentário: “nossa, essas menininhas já são bonitas, quando se arrumam então...”. Depois disso, o homem da fila também resolveu dar uma “analisada” em mim, o que resultou numa risadinha escrota, daquelas que os homens compartilham quando tratam as mulheres como um pedaço de carne. Daí os dois ficaram me encarando, esperando uma reação. A reação veio, e foi a seguinte:


Como se não bastasse, o atendente achou que seria interessante falar sobre uma menina gorda que sempre esperava ônibus com ele, de como ela era feia e de como ele gostava de meninas que nem eu, magras.


Nesse momento, a pílula de simalcol fez efeito, o homem pegou seu pão e foi embora ~ grazadeus ~. Mas acho que a pílula do atendente era de farinha, porque ele continuou. Fiz meu pedido, educadamente, porém de cara fechada. O tempo inteiro ele dizia “Tá brava? Você é tão bonita, dá um sorriso. Brigou com o namorado?” (minhas respostas, pra quem ficou curioso: não, não e não). Quando terminou de pegar o que eu pedi, ao invés de me entregar, insistiu mais um pouco. “Só isso?”. “Só.” “Só isso mesmo? Tem certeza que não quer mais nada?” (essa última foi seguida de um olhar que supostamente deveria ser sedutor). Não, eu não queria. Peguei meus pães e saí dali o mais rápido que pude.
A questão é a seguinte: moço, eu não gosto de cantada
Nem venha me dizer que é elogio, que é da sua natureza, que só estava tentando ser simpático. Não. Apenas pare. Fora que você ficou denegrindo a imagem de uma outra mana pra levantar a minha moral. Homens, se liguem: isso não é legal.
Estou cansada de levar cantadas. CANSADA. É chato ter que aguentar um monte de caras te tratando como objeto sexual O TEMPO TODO. Sério, quando eu coloco uma roupa bonita e vou para algum lugar, não estou esperando que alguém assovie e me coma com os olhos. Quando vou pra padaria, é pra comprar pão. E só. Me deixa em paz, meu.
O mais irônico de tudo isso é que se você tivesse tentado puxar um assunto, por mais bobinho que fosse, eu teria conversado contigo numa boa. De verdade. Porque (ao contrário do que dizem quando uma mulher declara não gostar de cantada) gosto de garotos e acho divertido conhecer gente nova. Que fique bem claro aqui: eu só quero respeito. Eu e todas as outras pessoas desse planeta.
Da próxima vez que achar uma garota bonita, é só dizer (olhando nos olhos, e não pro decote ou qualquer outra parte do corpo dela): “moça, desculpa incomodar, mas é que eu te achei muito bonita. Me passa seu telefone?”. Apenas. Imagina como o mundo seria melhor se todos os caras agissem assim?
Alô, família brasileira, ensine seus filhos que as mulheres, todas elas, merecem ser tratadas com gentileza. Que mesmo que a intenção seja apenas dar uns beijos, o que deve prevalecer é a educação. Homens, aprendam que as cantadas, mesmo parecendo inofensivas, podem estragar o dia de alguém. 
Não é não. Nenhuma mulher é obrigada a gostar de vocês.
Mulheres, saibam que vocês merecem ser aplaudidas de pé por manter o autocontrole e seguir em frente todos os dias de cabeça erguida. Somos maravilhosas e merecedoras de coisas boas. E nenhum mané falando bobagem vai tirar isso da gente.

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Beijos,

            Duane.

Precisamos conversar sobre o Sarahah

Créditos da foto
Você já deve estar sabendo qual é a nova modinha do momento. Sim, o Sarahah, aplicativo de mensagens onde as pessoas podem mandar recados anônimos, está bombando. Aí eu te pergunto: qual é o porquê disso?
Pessoalmente, nunca gostei desse negócio de dar opiniões sobre outra pessoa sem ela saber quem eu sou. Não gostava quando era aquela dinâmica de grupo em que um papel com o seu nome passava e a galera ia escrevendo, não gostava quando surgiu o ask.fm, não gostava do Secret... e não pretendo usar o Sarahah.
Alguns psicólogos dizem que a galera continua comprando a ideia de apps e sites assim por causa de 3 fatores: vontade de receber atenção, necessidade de alguém reforçando suas qualidades porque você mesmo não acredita nelas e, por último, curiosidade em saber o que os outros pensam da sua pessoa.
Sei o que você está pensando. Que eu sou esquisita. Sou mesmo. Mas será que é tão estranho preferir ser honesta em relação às suas opiniões do que ficar falando coisas boas (ou ruins) sem se identificar?
Fato é que (quase) todo mundo adora uma fofoca e comentar a vida do outro como se fosse um capítulo da novela é coisa rotineira. Fazer isso de forma anônima diretamente para a pessoa em questão é praticamente um sonho cor-de-rosa da era digital, e abre espaço não somente para opiniões fofas ou críticas construtivas, mas também para o ódio gratuito.
Não, eu não sou contra esse tipo de coisa. Entendo que tem gente tímida e que certas coisas a gente fica até com medo de dizer. Porém a gente tem que aprender a lidar com isso. 
Então, se você tem um perfil no Sarahah, vou te fazer um pedido: conte a verdade pra alguém hoje
Vai lá, diz que admira sua atitude, que adora seu estilo, que ama seu jeito. Se for algo ruim, como algo que ela diz ou faz, procure um jeito tranquilo de dizer. Talvez a pessoa fique chateada? Talvez. Mas é melhor resolver isso. E se for algo que não tem jeito, ou não te diz respeito (dica: o corpo dela, suas crenças e suas escolhas não são coisas sobre as quais você tem algum direito), simplesmente resolva consigo mesmo e siga em frente. Melhor do que ficar falando coisas ruins de maneira anônima e deixando a pessoa pilhada tentando descobrir quem foi.

Quanto a mim, vou continuar agindo da maneira que julgar correta. Na minha opinião, utilizar apps e sites anônimos não vale a pena.

E você, o que acha disso tudo?

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Beijos,

            Duane.
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